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Fisco investiga redes sociais e usa até espiões contra fraudes no Imposto de Renda - Informativo 185

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Investigação em redes sociais de contribuintes sob fiscalização, uso de inteligência artificial e até espiões, essas são algumas das estratégias da Receita Federal para identificar fraudes no Imposto de Renda.
No caso do Imposto de Renda, cuja temporada de declaração começou no dia 02 de março e se estende até o último dia útil do mês de abril, a Receita Federal tem utilizado cada vez mais a inteligência artificial. Com essa ferramenta, os próprios computadores sugerem formas diferentes de cruzamento de dados para identificar casos suspeitos de fraude.

Redes sociais
O procedimento visa identificar se os gastos de um determinado contribuinte estão de acordo com a renda informada por ele na declaração de IR, além de procurar por patrimônio não declarado.
Por exemplo: um contribuinte que posta nas redes sociais fotos de viagens caras ou que demonstra posse de um bem, como carro ou barco, que, pela declaração apresentada, ele não teria condições de comprar.

Espiões
Por fim, o Fisco também tem servidores disfarçados, conhecidos como “arapongas (espiões)”, que costumam atuar quando já há um procedimento de fiscalização aberto contra um contribuinte suspeito.
Os espiões costumam buscar “laranjas”, ou seja, pessoas que atuam em nome de outros, geralmente escondendo patrimônio.

Departamento Contábil Leymar



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